O grande objetivo de um operador
ou investidor da bolsa de valores é identificar previamente os movimentos de
preços de um ativo, seja no mercado de ações, derivativos ou cambiais.
Embora a evolução dos processos
estatísticos e da neurociência para identificar padrões de comportamentos de
massa tem na teoria clássica iniciada por Charles Down e Elliot a base para construção
de objetivos, porém nessa estratégia temos uma dificuldade de estabelecer o
começo desses movimentos.
Uma grande contribuição para o
estudo dos mercados (e tópico deste texto) é a influência Oriental através da
técnica de Candlestick, trazida ao Ocidente durante a década de 1990 pelo
analista financeiro Steve Nison, identificou um sistema utilizado desde a
antiguidade para a precificação das sacas de arroz no Japão.
Nessa técnica são utilizadas
figuras, que recebem nomes de eventos e situações cotidianas, como base para
identificar possibilidades e tendências; símbolos como mulher grávida, estrela
da manhã, nuvem negra, entre outros, são identificadores usuais presentes
nesses gráficos. Atualmente a maioria
dos operadores de mercado utilizam esse sistema como base de seus negócios,
devido sua confiabilidade e facilidade de interpretação.
A grande mágica ocorre quando se utiliza os métodos de candlestick junto
com a teoria clássica de Down e Elliot, um identifica o início da operação e o
outro demonstra quais objetivos podem ser alcançados e sua probabilidade de
sucesso.
Sem o apoio e conhecimento dessa
técnica nipônica, teríamos muita dificuldade em entender os processos
financeiros e, a utilização da bolsa de valores por pequenos investidores,
seria muito menor.
Diz Steve Nison, em seu livro
Beyond Candlestick de 1994, que o conhecimento dessa técnica traz a iluminação
necessária para os operadores ficarem seguros, fato que concordo.