terça-feira, 3 de setembro de 2013

A Influência Oriental nos Mercados Financeiros


O grande objetivo de um operador ou investidor da bolsa de valores é identificar previamente os movimentos de preços de um ativo, seja no mercado de ações, derivativos ou cambiais.
Embora a evolução dos processos estatísticos e da neurociência para identificar padrões de comportamentos de massa tem na teoria clássica iniciada por Charles Down e Elliot a base para construção de objetivos, porém nessa estratégia temos uma dificuldade de estabelecer o começo desses movimentos. 
Uma grande contribuição para o estudo dos mercados (e tópico deste texto) é a influência Oriental através da técnica de Candlestick, trazida ao Ocidente durante a década de 1990 pelo analista financeiro Steve Nison, identificou um sistema utilizado desde a antiguidade para a precificação das sacas de arroz no Japão. 
Nessa técnica são utilizadas figuras, que recebem nomes de eventos e situações cotidianas, como base para identificar possibilidades e tendências; símbolos como mulher grávida, estrela da manhã, nuvem negra, entre outros, são identificadores usuais presentes nesses gráficos.  Atualmente a maioria dos operadores de mercado utilizam esse sistema como base de seus negócios, devido sua confiabilidade e facilidade de interpretação.
  A grande mágica ocorre quando se utiliza os métodos de candlestick junto com a teoria clássica de Down e Elliot, um identifica o início da operação e o outro demonstra quais objetivos podem ser alcançados e sua probabilidade de sucesso.
Sem o apoio e conhecimento dessa técnica nipônica, teríamos muita dificuldade em entender os processos financeiros e, a utilização da bolsa de valores por pequenos investidores, seria muito menor.

Diz Steve Nison, em seu livro Beyond Candlestick de 1994, que o conhecimento dessa técnica traz a iluminação necessária para os operadores ficarem seguros, fato que concordo.